segunda-feira



Sou, seu, Mar
Sou, seu, Rio
Seja, barco, canoa ou navio
Vem navegar em meu corpo, vem
Seja velejador do Amor, e leve-me pro além

Tu és do Mar, as ondas que o alegram
Do Rio, és a nascente de águas límpidas
De mim, és, fluente e eterno, Amor

Navegar, Velejar, Olhar, Guiar, Abraçar
Cantar, Alegrar, Dançar... simplesmente AMAR

E se navegas, velejas e amas
Que seja eterno e fluente, o Amor
Que seja como água para o Mar e Rio
Que sejas, agora, parte componente de tal sistema
Seja, agora, Mar e seja, ainda, Rio
Seja Mar e Rio

Pois serei, sempre, seu.
Serei sempre, Seu Mar e Rio de eixos azulados.
(w)

1 comentários:

Mayra Borges disse...

Teu poema me faz lembrar do meu último texto "Tenho um mar de sentimentos indizíveis que ondulam na praia do meu peito. – Como seria bom se tu atracaste teu barco por aqui."

É maravilhoso, o jogo das palavras, o bom é quando o texto é escrito de uma forma a deixar uma porta aberta para que o leitor possa entrar na história e viver junto, sentir junto. Teus poemas sempre me dão essa sensação de poder mergulhar neles, estar em casa, dentro de mim.

Grande Beijo, Mario.
www.eraoutravezamor.blogspot.com
www.semprovas.blogspot.com

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