sexta-feira


Abriu os olhos na escuridão.
Foi como ser cego sem ser.
Apenas o preto a lhe guiar,
foi sendo abosrvido pelo padecer.

Quando se deu conta já não o era mais necessário a vida. A morte o pertencia.

Sem ver nem pra quê,
foi-se em bora pra escuridão.
O que não era visivel,
agora cabia na palma da mão.

E para um cego, sem ser, já via de um tudo. Até o dia amanhecer.

Quando o sol bate a porta
não adianta não abrir.
Ele entra assim mesmo
como um amigo, sem pedir.

A lua sim é bem tímida, tem que chamá-la para entrar. Para apreciar a beleze de todo belo luar.

Depois que a lua entra
contagia os corações
e o que era trevas
se enche de emoções.

A emoção é momentanea, mas sabe como voltar. Se um dia um alguém de novo solicitar.

1 comentários:

Kristal disse...

Muito bonito.
Principalmente a última frase. (:

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