domingo

Domingo...
Dia que não se tem muito o que fazar.
Almoçar na casa da avó? Assistir TV? Internet?
Todas as opções de domingo são meio que ' sem graça'.
Ficar em casa, as vezes não é a melhor opção, mas é o que mais fazemos. E ficar em casa, em um dia de domingo, sem ter nada pra fazer, só dá em uma coisa. PENSAR.
Pensar como anda a vida, e como a vida anda.
Pensar na vida dos outros sempre é bem mais facil, até por que você não vai precisar jugar a si próprio, vai estar julgando outra pessoa e isso costuma ser mais facil. Pois é mais facil reconhecer um erro no outro do que um erro que você comete, ou cometeu.

Vamos dar graças a Deus por domingos e mais domingos que temos para pensar na vida, poisé sempre bom termos um tempinho para fazer isto. As vezes não damos tempo pra nós mesmo, nossos problemas, estudos, trabalho, compromissos e várias outras coisas que o mundo nos impoe.
Mas as vezes não pensamos na vida propositadamente, por sabermos que estamos fazendo muita coisa errada e que temos que mudar várias coisas, ai assim é melhor não pensar muito como ela esta, eprocuramos ocupações para que isso não aconteça. Mas sempre acontece, sua hora chega e as vezes você não tem como fugir, melhor encarar. medo de enfrentar uma situação ou de mudar não pode fazer com que deixemos a vida ir ao léu. Mesmo que num primeiro momento doa, precisamos encarar os fatos e a nós mesmos para decidirmos por rumos melhores. E pode nem ser tão difícil assim mudar, muitas vezes as soluções são simples, estão diante de nossos próprios olhos, mas se não nos dermos a chance de parar e pensar não conseguiremos encontrá-las. realmente

Não fujamos de nós mesmos e de nossas vidas. Afinal, isso é tudo que realmente temos e se não cuidarmos com carinho, quem o fará? Só podemos saber o que realmente é melhor. Não inventemos falta de tempo, problemas, e se realmente os tivermos arranjemos uma brecha para regularmente refletirmos sobre como as coisas vão indo dentro e fora de nós. Sem tornar isso uma obsessão nem uma avalanche de pensamentos que acabam mais por confundir do que ajudar e tendem a levar à inatividade e frustração, mas usando a razão e a emoção para concluirmos a melhor forma de prosseguir

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